1890
O mundo ganhava aceleração e conhecia avanços técnicos e científicos totalmente conseqüentes. No Brasil, a República recém-instalada decreta: liberdade de culto; separação entre Estado e Igreja; o casamento civil; o ensino leigo; a reforma bancária; o código penal.
Apenas naquele ano, foram realizadas mais reformas do que nos cinqüenta anteriores.
Enquanto isso...
Em Caieiras (SP) entravam em operação as Máquinas de papel I e II, produzindo um papel de qualidade inferior, mas industrializado. Estava constituída a Companhia Melhoramentos de São Paulo.
1913
Entra em operação a Máquina III, última palavra em técnica papeleira.
1920
Une-se à Companhia Melhoramentos de São Paulo, o grupo industrial Weiszflog formado pelos irmãos: Otto, Alfredo e Walter Weiszflog, alargando-se o âmbito de suas atividades industriais, também para o ramo das artes gráficas e da produção de artefatos de papel. O grupo Weiszflog constitui-se em fator decisivo para o desenvolvimento da Cia Melhoramentos de São Paulo.
1928
A editora posiciona-se entre as primeiras do país.
1929
Frente às perspectivas, com novos produtos e boas vendas, houve a disposição para a compra de outra máquina de papel. Seria a nossa atual Máquina IV.
1933
A crise mundial imposta ao país pela revolução fez com que somente quatro anos depois de adquirida a Máquina IV chegasse ao seu destino.
1937
Para atingir seu objetivo, de conservar a liderança no setor, a companhia adquire a Máquina V.
1939
Começa a Segunda guerra mundial. 48 horas antes dos primeiros tiros na Europa, desembarca em Caieiras a moderníssima Máquina V.
1943
Cumprindo o antigo projeto de verticalização, a despeito dos obstáculos de guerra, o conjunto fabril passa a produzir celulose.
1947
Previsões otimistas e o projeto de aumentar a produção conduzem a compra de mais uma máquina de papel, seria a Máquina VI.
1950
Buscando ser a primeira empresa a produzir celulose de fibra curta, ampliou a fábrica e instalou-se um novo cozinhador de madeira.
1972
Inclinações do mercado confirmam a indicação de concentrar esforços na produção de papéis especiais. Em outubro a Melhoramentos associa-se, alem da MD Papéis, surgia a Meliorpel.
1978
A Melhoramentos retira-se da sociedade. A fábrica, as máquinas de papel e 139.077m² de área fabril foram vendidos a MD Papéis constituindo então a MD Nicolaus.
1984
A MD Nicolaus compra da fábrica de Louveira (antiga Gessner).
1991
Inicia-se o projeto para a ampliação da fábrica. A nova linha de produção VII começa a ser construída.
1993
Em 7 de junho de 1993 começa a funcionar a linha de produção da Máquina VII. Constitui-se a holding Nicolaus Paper, que, no Brasil, passa a operar como Nicolaus Papéis Ltda.
1995
A fábrica de Louveira é vendida para ao grupo Ahlstrom.
1997
A empresa é adquirida pelo Grupo Formitex, passando a se chamar MD PAPÉIS LTDA.
1998
Recebe a Certificação do BVQI para a linha Dekor, pelo modo normativo ISO 9002.
2001
Início da construção da nova linha de produção de papéis decorativos e "upgrading" da linha existente.
2002
Desativação da MP 3 e início da montagem da Nova máquina Dekor - MP 8, destinada à produção de papéis decorativos classe mundial.
2003
Start -up da nova máquina de papéis decorativos, MP 8, em 31 de julho.
2006
Posse do controle acionário da Adamas Papéis e Papelões Especiais, localizada na cidade de Osasco.
